anos entre design visual, produtos digitais e liderança organizacional.
Líder de Estratégia em Design & IA · Porto Alegre, Brasil
Liderança de Design para o próximo capítulo.
Construo os sistemas, times e critérios que transformam Design em capacidade organizacional — agora redefinida pela IA.
Trabalhos selecionadosLiderança medida em pessoas, não apenas em anos.
profissionais contratados em negócios e organizações de produto — a maioria designers.
pessoas lideradas diretamente em times, transformações e diferentes estágios de maturidade.
grandes workshops ConstrUX mobilizando times, clientes e decisões de produto pelo Brasil.
Sistemas que transformam qualidade em padrão.
ConstrUX
Um programa de workshops que se transformou em marca interna: meses de preparação, times multidisciplinares, participação de clientes e tardes inteiras de ideação voltadas a evoluir produtos pela visão de quem realmente os utilizava.
Estruturei a iniciativa nos bastidores: times específicos, planos de facilitação, palestras, convites a clientes e toda a produção.
A marca ganhou reconhecimento dentro da empresa e entre clientes — profissionais passaram a se voluntariar para participar.
Escalando a qualidade de Design no Sienge
Liderança, modelos operacionais e padrões compartilhados em um ecossistema complexo de produtos B2B.
Da execução de Design à capacidade organizacional
A evolução dos times, dos sistemas de decisão e da relação entre Design, Produto e Engenharia.
Design pós-processual.
A IA não está apenas acelerando o antigo processo de Design. Está mudando o que é ser designer, onde mora a alavancagem e como as organizações criam qualidade.
Design é organizacional
A qualidade é moldada por incentivos, direitos de decisão e sistemas operacionais antes de chegar à interface.
IA muda a unidade de trabalho
A oportunidade não é apenas produzir mais rápido, mas criar novas formas de pensar, coordenar e construir.
Liderança cria alavancagem
Critérios, padrões e autonomia devem se multiplicar pelos times — não parar no líder.
Da primeira web à era dos agentes.
Comecei construindo experiências digitais quando a web ainda aprendia a ser uma mídia. Duas décadas depois, desenho os sistemas pelos quais times inteiros constroem produtos — agora com IA no centro da transformação.
2004 — agora · sete movimentos
Minha trajetória não é uma sequência linear de cargos. É uma expansão contínua do objeto de Design: da interface para o produto, do produto para a organização e, agora, da organização para sistemas de trabalho mediados por IA.
Deslize para percorrer a trajetória →
Aprendendo a construir a web.
Comecei como web designer freelancer e independente. Era um momento em que projetar para o digital exigia aproximar visual, interface e implementação — uma formação prática que eliminou cedo a distância entre ideia e entrega.
O craft visual e a capacidade de construir tornaram-se as duas primeiras camadas da minha identidade profissional.
Do site isolado ao ecossistema digital.
Na Divex, na Elastacloud Brasil e depois como Design Lead na S7 Study, passei a trabalhar com experiências de maior escala e alcance internacional. Na S7, participei da criação e evolução de mais de dez portais de destinos.
Design, WordPress, PHP e JavaScript faziam parte do mesmo repertório — antes de “no-code” sequer existir como promessa.
Assumindo o negócio, não apenas o Design.
Como cofundador e Head of Design do Segundo Andar, compartilhei a gestão de uma operação com até 17 pessoas e liderei diretamente 12. Design passou a conviver com finanças, contratação, estrutura de times e responsabilidade empresarial.
Entre os projetos estavam um ERP jurídico e ecossistemas web, mobile e app para clientes de diferentes mercados.
Design como serviço, operação e educação.
Na Happy Code, atuei como diretor-geral e líder de estratégia de Design. Liderei uma equipe de até sete pessoas e uma unidade que chegou a atender 120 alunos simultaneamente, conectando marca, experiência digital e Service Design.
Foi quando o desenho da operação se tornou tão importante quanto o desenho da experiência.
Produto de ponta a ponta.
Na KeyCash, liderei com um time de três designers o redesenho completo da jornada de aquisição de crédito imobiliário. Um problema complexo, regulado e cheio de dependências — tratado como experiência contínua, não como uma coleção de telas.
A maturidade de produto consolidou o elo entre experiência, tecnologia e resultado de negócio.
Design em escala organizacional.
Como principal liderança de Product Design do Sienge, fiz o time crescer de cinco para 15 designers atuando em 18 squads. Estruturei DesignOps, Design System e UX Research, além de evoluir o modelo de trabalho e a relação com Produto e Engenharia.
Também fundei o Comitê de IA, que cresceu de cinco para 12 integrantes, e conduzi experimentos como um agente para documentação.
A próxima unidade de trabalho.
Hoje exploro agentes, automações, fluxos generativos e prototipação rápida de software. O interesse não está apenas em acelerar o processo existente, mas em entender o que Design se torna quando pensar, coordenar e construir passam a acontecer de outra forma.
É a continuação natural de uma carreira que acompanhou o digital deixar de ser mídia, tornar-se produto e finalmente virar infraestrutura organizacional.
A pessoa antes do cargo
O que me move ainda é a mesma coisa que me levou à web no início: a vontade de entender o que está mudando — e construir dentro dessa mudança.
Fora dos organogramas, eu escrevo, fotografo, exploro ferramentas emergentes e transformo curiosidade em experimentos. Não é exatamente uma vida paralela; é a fonte da energia que levo para times, produtos e conversas.
Conhecimento ganha valor quando circula entre pessoas.
Conduzir salas, desenvolver profissionais e ajudar lideranças a enquadrar decisões difíceis fazem parte do meu trabalho há anos — não são um serviço novo acrescentado ao portfólio.
Facilitação com consequência
Sessões estruturadas que conectam clientes, times e liderança para transformar ambiguidade em direção compartilhada.
Critério além da técnica
Dezenas de profissionais apoiados em craft, decisões de carreira, autonomia e transição para a liderança.
Design como capacidade operacional
Diagnóstico e evolução prática de times, padrões, DesignOps, Research, adoção de IA e sistemas de decisão.
Vamos conversar